Tradução: Tracking the First 100 Days of Brazilian President Jair Bolsonaro

Tracking the First 100 Days of Brazilian President Jair Bolsonaro

By Elizabeth Gonzalez and Luisa Leme, AS/COA Online

Bolsonaro ends his first 100 days with the same challenges with which he began: corruption, security, and a weak economy. How much progress has the far-right president made on his campaign promises?

On the economic front, all eyes have been on pension reform. Yesterday, Brazilian investors were holding their breath for what turned out to be a favourable opinion from Congressman Marcelo Freitas, who is leading the reform’s review in the lower house’s Committee on Constitution, Justice, and Citizenship. That could signal a step forward on getting the reform approved. In a Bloomberg interview during his U.S. visit, Vice President Hamilton Mourão predicted pension reform approval by August.

But even Bolsonaro supporters are worried that the infighting rocking the reforms prospects isn’t done with yet. Interjections from the president’s sons, the cabinet’s splintering into four factions (the military, evangelicals, moderates, and anti-globalists), and Bolsonaro’s controversial tweets about negotiating with Congress, have spelled a turbulent time for the stock market and the Brazilian real.

The president did deliver on one big campaign promise: easing restrictions on gun possession in Brazil. But the fight against corruption seems only more difficult after his first quarter, given ongoing investigations linking his son, Rio de Janeiro Congressman Flavio Bolsonaro, to suspicious cash transactions as well as investigations over his party registering fake candidates to receive public campaign funds.

Bolsonaro’s approval is the lowest of any elected president in his first term (see Day 98), but Brazilians are still optimistic about the future. Moving forward, the president is focusing on changing his communications strategy—Fabio Wajngarten was named head of the Special Communications Secretary on April 8—and building a new structure inside his cabinet to negotiate with Congress and other parties.

Balanço dos 100 primeiros dias de gestão do presidente do Brasil Jair Bolsonaro

Por Elizabeth Gonzalez e Luisa Leme, AS/COA Online

Bolsonaro encerra os 100 primeiros dias de governo com os mesmos desafios com os quais começou: corrupção, segurança e uma economia fraca. Como anda o cumprimento das promessas de campanha assumidas pelo presidente de extrema direita?

No plano econômico, todos os olhos estão voltados para a reforma da previdência. Ontem (10), era grande a expectativa dos investidores brasileiros para o que acabou resultando em um parecer favorável do relator da reforma da previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o deputado Marcelo Freitas. Isso poderia indicar mais um avanço em direção à reforma da previdência. Na entrevista concedida à Bloomberg durante sua visita oficial aos Estados Unidos, o vice-presidente Hamilton Mourão disse acreditar que a reforma da previdência será aprovada até agosto.

Porém, mesmo aqueles que apoiam Bolsonaro estão preocupados pois as disputas internas, que podem prejudicar a aprovação das reformas, ainda não acabaram. Declarações dos filhos do presidente, a divisão do gabinete em quatro facções (militares, evangélicos, moderados e antiglobalistas) e os tuítes polêmicos de Bolsonaro sobre as negociações com o Congresso, deflagraram um período turbulento para o mercado de ações e a moeda brasileira.

O presidente, no entanto, cumpriu uma grande promessa de campanha: flexibilizar as exigências para o porte de armas no Brasil. Mas a luta contra a corrupção parece ter ficado mais difícil depois do primeiro trimestre, dadas as investigações em andamento que liga o seu filho, o deputado carioca Flávio Bolsonaro, a transações suspeitas envolvendo dinheiro vivo, bem como investigações sobre o registro de falsos candidatos pelo partido do presidente para recebimento de fundos de campanha públicos.

O índice de aprovação de Bolsonaro é o mais baixo de todos os presidentes eleitos em seus primeiros mandatos. Ainda assim, os brasileiros mantêm-se otimistas quanto ao futuro. Seguindo em frente, o presidente está agora concentrado na mudança de sua estratégia de comunicação – Fabio Wajngarten foi nomeado chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) em 8 de abril – e na reestruturação interna do gabinete de governo para facilitar as negociações com o Congresso e outros partidos.

Original English article available here.

Artigo original em inglês disponível aqui.

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